Um sábado de manhã, quatro horas presenciais de prática, corpo e conversa — não de palestra. Você já ouviu falar sobre a sua relação com dinheiro. Aqui você vai senti-la.
Quero participarVocê já ouviu que o problema não é falta de informação. Já leu sobre padrões automáticos, sobre narrativas herdadas, sobre valores versus metas. E, mesmo assim, continua no mesmo lugar — porque ouvir sobre um padrão não é o mesmo que senti-lo mudar, ao vivo, no próprio corpo.
Este workshop quase não tem aula. Você vai ficar em pé, fechar os olhos, segurar uma corda, escrever uma carta, imaginar o seu próprio funeral — e sair de cada exercício sabendo, no corpo, algo que nenhuma explicação teria te dado sozinha.
Quatro horas. Um sábado de manhã. O suficiente para experimentar — não para debater — uma forma diferente de estar com dinheiro.
O workshop é autossuficiente — a metáfora do Elefante, Condutor e Caminho é apresentada em 5 minutos, o suficiente para acompanhar o dia inteiro.
Você participa no seu ritmo — cada exercício tem um jeito individual e silencioso de ser vivido, com compartilhamento sempre opcional.
Você já sabe o que deveria fazer e continua no mesmo lugar. Aqui o trabalho começa antes disso — no que acontece em você quando o assunto é dinheiro.
Sem slides longos, sem teoria arrastada. Cada bloco é uma prática guiada — sozinho, em dupla ou em grupo — seguida do tempo mínimo de conversa para nomear o que apareceu.
Ninguém compra quatro horas de exercício. Você compra o que continua fazendo sentido depois que a manhã termina.
Sou Maria Manso — Planejadora Financeira CFP®, Psicóloga e Economista. São mais de quarenta anos de vida profissional, os últimos dez dedicados à interseção entre a Psicologia e o Planejamento Financeiro.
Foram dois consultórios que me mostraram a mesma coisa. No de planejamento financeiro, as pessoas já sabiam o que precisavam fazer — e voltavam à mesma estagnação, com mais culpa. No de Psicologia, muitas queixas que pareciam ser sobre ansiedade ou relacionamento tinham, no fundo, uma raiz financeira que ninguém havia nomeado.
Foi dessa dupla observação que nasceu o Método Mahout — que este workshop coloca no corpo.
Não é para quem procura recomendação de investimento ou consultoria técnica. Este é um espaço de experiência e autoconhecimento, não de planejamento financeiro individual.
Não é para quem atravessa um momento agudo — luto recente, separação, crise de saúde. As vivências do dia tocam justamente esses temas, e nesse momento você merece atenção individual, não um grupo.
Não é para quem carrega uma ferida financeira, e não apenas um padrão. Quando a experiência com dinheiro foi atravessada por violência, controle ou perda extrema, o cuidado necessário é outro, com tempo e técnica que um workshop em grupo não oferece.
Se tiver dúvida sobre o seu momento, me chame no WhatsApp antes de se inscrever: (21) 98583-4849. É melhor perguntar do que participar do jeito errado.
Não. Este workshop é autossuficiente — a metáfora central (Elefante, Condutor, Caminho) é apresentada em poucos minutos, o suficiente para acompanhar o dia inteiro.
Não. A maioria das vivências é individual e silenciosa. Quando algum momento pede troca com outra pessoa, as duplas são formadas ali mesmo, com leveza, e compartilhar é sempre opcional.
Não é atividade física no sentido de esforço — mas o dia envolve ficar em pé, se mover pela sala e um exercício com uma corda ou toalha, em duplas, com tensão moderada e sempre anunciada. Recomendamos roupa confortável. Quem tiver limitação de mobilidade tem alternativa sentada em todos os momentos.
Sim. Há um coffee break servido no meio da manhã, já pensando em quem vai ficar até as 14h. Você também terá mesa e cadeira o tempo todo — o dia tem vários exercícios escritos, então ninguém vai escrever no colo. Avise sobre restrição alimentar na confirmação da inscrição.
Só você. Todo o material para escrever é entregue na chegada. Se quiser trazer um caderno próprio, fique à vontade — várias pessoas preferem guardar tudo no mesmo lugar.
Não. É um workshop de educação e experiência em grupo, não um processo clínico individual. Se algo que emergir no dia pedir acompanhamento, isso será nomeado — e não há problema em buscar apoio individual depois.
Sim — é uma vivência guiada de clarificação de valores (adaptada de uma prática clássica em terapia de aceitação e compromisso), não uma reflexão sobre luto real. Quem preferir não participar pode permanecer em silêncio, de olhos abertos, sem nenhum problema.
Quatro horas para sentir isso — não só entender.
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