Workshop Vivencial · Método Mahout · Belo Horizonte

Conversando e sentindo
a sua relação com o dinheiro

Um sábado de manhã, quatro horas presenciais de prática, corpo e conversa — não de palestra. Você já ouviu falar sobre a sua relação com dinheiro. Aqui você vai senti-la.

Quero participar
Sábado, 29 de agosto de 2026, 10h às 14h · Clínica Atensiosamente, Itapoã (BH) · poucas vagas · R$ 197
0,1%
é o quanto a educação financeira tradicional explica
da variação no comportamento com dinheiro — segundo meta-análise de 201 estudos.

Você não precisa de mais uma explicação. Precisa sentir a diferença.

Você já ouviu que o problema não é falta de informação. Já leu sobre padrões automáticos, sobre narrativas herdadas, sobre valores versus metas. E, mesmo assim, continua no mesmo lugar — porque ouvir sobre um padrão não é o mesmo que senti-lo mudar, ao vivo, no próprio corpo.

Este workshop quase não tem aula. Você vai ficar em pé, fechar os olhos, segurar uma corda, escrever uma carta, imaginar o seu próprio funeral — e sair de cada exercício sabendo, no corpo, algo que nenhuma explicação teria te dado sozinha.

Quatro horas. Um sábado de manhã. O suficiente para experimentar — não para debater — uma forma diferente de estar com dinheiro.

Para quem é este workshop

Primeira vez

Nunca ouviu falar do Método Mahout

O workshop é autossuficiente — a metáfora do Elefante, Condutor e Caminho é apresentada em 5 minutos, o suficiente para acompanhar o dia inteiro.

Vem sozinho(a)

Sem grupo, sem compromisso prévio

Você participa no seu ritmo — cada exercício tem um jeito individual e silencioso de ser vivido, com compartilhamento sempre opcional.

Já tentou de tudo

Planilha, aplicativo, consultor

Você já sabe o que deveria fazer e continua no mesmo lugar. Aqui o trabalho começa antes disso — no que acontece em você quando o assunto é dinheiro.

Um dia, seis vivências

Sem slides longos, sem teoria arrastada. Cada bloco é uma prática guiada — sozinho, em dupla ou em grupo — seguida do tempo mínimo de conversa para nomear o que apareceu.

1
Chegar no corpoUm escaneamento guiado: onde dinheiro mora fisicamente em você, hoje.
2
Dar nome ao que se senteNomear a emoção exata, soltar o cabo de guerra com o extrato, praticar a pausa dos 5 sentidos.
3
Desfazer a históriaUma crença financeira rígida vira múltipla — e ganha uma carta de agradecimento, não uma guerra.
4
Dinheiro com o outroUm ritual de presença para a conversa financeira que você tem evitado ter.
5
Escolher a direção, no corpoUma vivência guiada — imaginar o próprio funeral — para revelar o valor que a pergunta direta não alcança.
6
Ação e fechamentoUm primeiro passo, medido em disposição real — e uma roda de compromisso em voz alta.

Você sai com algo em mãos

Ninguém compra quatro horas de exercício. Você compra o que continua fazendo sentido depois que a manhã termina.

O registro do seu escaneamento corporal — o antes e o depois do dia, no seu próprio papel
Uma ferramenta de bolso para o momento do impulso financeiro (ancoragem dos 5 sentidos)
Uma carta escrita à própria mente financeira, sua para guardar ou reler quando precisar
A frase que emergiu da vivência de valores — o que você quer que o seu dinheiro sirva
Um primeiro passo concreto, com data e nível de disposição registrados por você mesmo(a)
Uma prática de presença para levar para qualquer conversa difícil sobre dinheiro
Material de apoio para escrever, entregue na chegada — e coffee break no meio da manhã

Quem conduz

Sou Maria Manso — Planejadora Financeira CFP®, Psicóloga e Economista. São mais de quarenta anos de vida profissional, os últimos dez dedicados à interseção entre a Psicologia e o Planejamento Financeiro.

Foram dois consultórios que me mostraram a mesma coisa. No de planejamento financeiro, as pessoas já sabiam o que precisavam fazer — e voltavam à mesma estagnação, com mais culpa. No de Psicologia, muitas queixas que pareciam ser sobre ansiedade ou relacionamento tinham, no fundo, uma raiz financeira que ninguém havia nomeado.

Foi dessa dupla observação que nasceu o Método Mahout — que este workshop coloca no corpo.

Maria Manso

Para quem este workshop não é

O dia envolve vivências guiadas de verdade — inclusive uma sobre a própria morte, com o único fim de clarificar valores.

Não é para quem procura recomendação de investimento ou consultoria técnica. Este é um espaço de experiência e autoconhecimento, não de planejamento financeiro individual.

Não é para quem atravessa um momento agudo — luto recente, separação, crise de saúde. As vivências do dia tocam justamente esses temas, e nesse momento você merece atenção individual, não um grupo.

Não é para quem carrega uma ferida financeira, e não apenas um padrão. Quando a experiência com dinheiro foi atravessada por violência, controle ou perda extrema, o cuidado necessário é outro, com tempo e técnica que um workshop em grupo não oferece.

Se tiver dúvida sobre o seu momento, me chame no WhatsApp antes de se inscrever: (21) 98583-4849. É melhor perguntar do que participar do jeito errado.

Poucas vagas · turma única

Uma manhã de sábado. Um passo real.

R$ 197
pagamento único, via link seguro
Garantir minha vaga
Sábado, 29 de agosto de 2026 · 10h às 14h
Clínica Atensiosamente — Praça Érica Barbosa Santos, 35, loja 2, Itapoã, Belo Horizonte
Coffee break incluído · material de apoio para escrever incluído
Poucas vagas — o formato depende de espaço para todos escreverem sentados e se moverem pela sala.
Dúvidas antes de se inscrever? WhatsApp (21) 98583-4849

Perguntas

Preciso ter algum conhecimento prévio sobre o Método Mahout?

Não. Este workshop é autossuficiente — a metáfora central (Elefante, Condutor, Caminho) é apresentada em poucos minutos, o suficiente para acompanhar o dia inteiro.

Preciso ir acompanhado(a)?

Não. A maioria das vivências é individual e silenciosa. Quando algum momento pede troca com outra pessoa, as duplas são formadas ali mesmo, com leveza, e compartilhar é sempre opcional.

Vou precisar fazer exercício físico?

Não é atividade física no sentido de esforço — mas o dia envolve ficar em pé, se mover pela sala e um exercício com uma corda ou toalha, em duplas, com tensão moderada e sempre anunciada. Recomendamos roupa confortável. Quem tiver limitação de mobilidade tem alternativa sentada em todos os momentos.

Vai ter comida? O horário pega o almoço.

Sim. Há um coffee break servido no meio da manhã, já pensando em quem vai ficar até as 14h. Você também terá mesa e cadeira o tempo todo — o dia tem vários exercícios escritos, então ninguém vai escrever no colo. Avise sobre restrição alimentar na confirmação da inscrição.

Preciso levar alguma coisa?

Só você. Todo o material para escrever é entregue na chegada. Se quiser trazer um caderno próprio, fique à vontade — várias pessoas preferem guardar tudo no mesmo lugar.

Isso substitui terapia?

Não. É um workshop de educação e experiência em grupo, não um processo clínico individual. Se algo que emergir no dia pedir acompanhamento, isso será nomeado — e não há problema em buscar apoio individual depois.

Um dos exercícios é sobre imaginar a própria morte?

Sim — é uma vivência guiada de clarificação de valores (adaptada de uma prática clássica em terapia de aceitação e compromisso), não uma reflexão sobre luto real. Quem preferir não participar pode permanecer em silêncio, de olhos abertos, sem nenhum problema.

O desconforto com dinheiro não desaparece. Mas dá para agir com ele do lado.

Quatro horas para sentir isso — não só entender.

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Inscrições até esgotarem as vagas · 29/08/2026